segunda-feira, 6 de agosto de 2012

De volta!

Olá, amiguinhos.
Depois de outro sumiço de pouco mais de um ano, estou de volta.
Só não sei se alguém vai ler isso aqui... Eu só tinha meia-dúzia de leitores quando estava na ativa, logo...
Enfim... Algumas coisas mudaram bastante neste tempo, outras nem tanto...
  • Continuo insone (telespectadora fiel do "Agora é Tarde" com Danilo Gentili, do "Programa do Jô" e dos seriados da Globo como o "Glee", além dos filmes do Corujão, claro!), ruiva (atualmente, num tom mais vibrante), cantando (agora em 3 bandas, mas saí - me saíram - da "Johnny Bacana" e não faço mais "voz e violão") e devendo a monografia na facul (mas estou desenvolvendo a primeira parte, já li todos os livros e baixei os filmes que preciso assistir).
  • Trabalhei como repórter cinematográfica nos Jogos Militares no Rio ano passado. Fiz a cobertura do Hipismo e deu pra aprender um bocado, além de criar afeição pela modalidade.
  • Entrei na Banda Let's Dance e fiz novos amigos lá.
  • Cantei na famigerada Festa Julina do Retiro dos Artistas com a Banda Vinil 80's.
  • Ah... Engordei quase 10kg, mas não estou gorda (é o que dizem).
  • Tenho ido com maior frequência ao cinema (aproveitando as promoções de segunda ou quarta), saio aos finais de semana mais para trabalhar e menos para curtir a 'night' (canto quase todo final de semana).
  • Quase não consigo assistir às corridas de Fórmula 1 (domingo eu fico morta de cansada dos shows e é o único dia que consigo dormir mesmo).
  • Continuo solteira. Tive um namoro que durou quase um ano (julho 2011 - junho 2012) e não deu certo. Mas foram meses proveitosos: Conheci novos amigos(as), fui ao "Rock In Rio 2011", fiz o Flamengo campeão brasileiro no "Bomba Patch" (PS 2), levei medalha de ouro em todos os circuitos do "Mario Kart Wii" e descobri que tenho a tão famosa "Intuição Feminina" que pensava não passar de lenda.
  • Bebo com menos frequência, pois quando estou cantando, não bebo. Mas também, quando resolvo beber... Vide porre no meu aniversário semana passada (2 de agosto), que merece uma publicação exclusiva com os relatos dos meus amigos (já que eu não me lembro de metade do que fiz/falei).
  • Ganhei novos apelidos dos meus novos amigos (sempre com referência à vermelhidão do meu cabelo e/ou à minha malvadeza).
  •  Estou enferrujada na escrita (dá pra perceber, né?!). Mas já tenho em mente os temas para os próximos textos a escrever aqui. Não quero mais parar... Estou voltando "em definitivo", como diria o chato-mor do universo Galvão Bueno.

    Well... That's all, Folks.
    Até breve.

terça-feira, 28 de junho de 2011

TPM, pra que te quero???

Eu sempre me vangloriei por não sofrer dos terríveis sintomas da TPM.
Pensava ser imune às cólicas, ao mau-humor, à melancolia, etc, etc... e tirava onda com as minhas amigas por isso até que, há mais ou menos um ano, PLUFT: "Hum... Que vontade de chorar por nada... Coisa esquisita! Será que estou chegando aos dias sangrentos de cada mês? Não pode ser! Eu já sangro há anos e nunca senti incômodo nenhum!" - Daí veio a cólica pra confirmar tudo e acabou a minha paz!!!

E parece que, pra compensar o tempo (anos) que eu não sentia nada, o meu mal-estar e fragilidade chegam dias antes, permanecem durante e mais alguns dias depois dos "bloodah days".


A TPM me deixa mais sensível, menos tolerante, mais insone, menos falante, mais pensativa... E funciona como se eu estivesse programada pra isso. Porque vem tão de repente quanto vai embora.
(Eu juro que não sou bipolar)

É estranho como, por mais que tudo esteja bem, por mais que eu me sinta feliz e eufórica, vivendo um momento bom, o tempo fecha ("raios e trovoadas!", como diria um professor que tive na facul). Eu começo a questionar tudo, começo a pensar que as coisas não são tão boas assim ou que não podem ser reais. Pessimismo mode: on; level: hard.
E se as coisas já não estavam tão boas assim, aí é que ferra mesmo!!! Dá uma vontade de me isolar e chorar até a barriga doer (mais do que já dói pela cólica)... Curtir fossa mesmo, sabe???

É na TPM que eu prefiro ficar em casa (mais precisamente no meu quarto. Não saio nem no quintal e não vou à rua nem que seja pra fazer a coisa mais legal do mundo!), não tenho inspiração pra me vestir, me sinto mais gorda, meu cabelo não fica bom de jeito nenhum e eu fico muito mais sedenta de álcool e chocolate do que nos dias 'normais' ( todo mundo sabe que eu já sou chegada numa birita e sou chocólatra mais-que-assumida!). Ah... É nesses dias também que eu intensifico minha prática de autoflagelação, futucando cada cravo no meu rosto e cada fiapo de pele saliente nos meus dedos até sangrar.

Well... então agora vocês já sabem, amiguinhos: Se eu estiver mais caladona e pensativa, reclamando do meu peso e do meu cabelo, ouvindo Evanescence, ColdPlay, Emmy Rossum, músicas lentas do Michael Jackson e me comovendo (chorando ou quase) com filmes e livros, a culpa é da inimiga fiel que veio me visitar e trazer a velha novidade: só o Atroveran pra amenizar a minha dor (literalmente).

Oh... Como a vida é dura pra nós, mulheres!!!

domingo, 5 de junho de 2011

Sobre a minha insônia

Oi, gente.

São quase 4h da manhã de mais um sábado à noite (ou seria de um domingo de manhã?)...
Ah... o que eu queria dizer é que eu resolvi ficar em casa por causa da minha gripe. Estou no meu 9º dia de dodói. Então achei melhor não me expor ao sereno nem à tentação de beber.
Pois bem, eu deveria estar dormindo, né?! Eu também acho. Mas não consigo.
Há pouco mais de um ano que eu não consigo dormir à noite.
Antes, eu cochilava +ou- durante umas 2 horas porque precisava acordar cedo pra partir pro estágio.
Às vezes tentava compensar a noite mal dormida em mais um cochilo no caminho de ida, às vezes nem isso.
Meu editor-chefe dizia que a culpa era da internet: "Você chega em casa e liga o computador, daí fica elétrica. Não faça mais isso".
Ledo engano... a TV, a leitura ou apenas os meus pensamentos viajantes na escuridão e silêncio do meu quarto insistiam em espantar meu sono pra bem longe.
Nos primeiros meses eu só ficava de mau-humor. É muito ruim não conseguir dormir à noite e não ter tempo pra compensar a falta de sono. Geralmente eu deixava acumular pro fim de semana. E então passava um sábado ou um domingo dormindo o dia inteirinho.
Mas depois, quando voltei a sair mais aos finais de semana e trabalhar cantando, a coisa piorou.
O cansaço foi acumulando e o sono vinha à tona depois do horário do almoço. Eu podia desmaiar a qualquer hora na minha mesa de trabalho. Mas à noite, não adiantava. O sono não vinha ou eu é que estava em plena atividade (cantorias ou ensaios) e não podia dormir.
Quando eu não suportei mais a falta de tempo e de sono, saí do estágio pensando ser esta a solução para os meus problemas, pelo menos até o meio deste ano. Pensei errado.

Comecei pensando em descansar... compensar tudo o que tava acumulado em cansaço nos últimos meses. Arrumei outro problema: troco os dias pelas noites. E todo mundo sabe que o sono do dia não é, nem de longe, o mesmo que dormir à noite. Só que eu não consigo inverter a situação... tá tenso!
Já tentei ficar acordada direto pra dormir na noite seguinte, mas isso só vale pra uma noite.
Já tentei beber pra relaxar e dormir: nada! Já desliguei a TV, o notebook, o telefone e a luz: nada!
Já tentei ler: devorei 4 livros em um mês. Já ouvi Enya: apreciei um álbum inteiro e nada de sono!
A TV, que antes era um sonífero pra mim, virou minha mais fiel companheira de madrugadas insones.
Agora eu só consigo ter sono à noite se for induzido por remédios. Mas eu não os tomo. Porque, com eles, apesar de dormir, eu não descanso. O sono é perturbado, com pesadelos... E quando acordo é ainda pior, porque parece que o sono e o cansaço se multiplicam.
Se pelo menos a minha insônia fosse produtiva... Mas não. Não consigo fazer NADA de útil.
Não consigo estudar, não enriqueço meu repertório musical e não me dedico sequer à minha monografia.
E agora eu já não sei se é o meu desânimo que me deixa insone ou se é a insônia que me deixa desanimada.
Eis a questão.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Tô de voltaaaa!!!!

Hum... há muito tempo eu não escrevo pra vocês, né?! Ou seria pra mim mesma??? Não sei se vão ler isso...
Fiquei taaaaaanto tempo sem escrever, que quando resolvi 'dar o ar da graça' pra continuar o texto que eu prometi, o assunto já estava mega atrasado. E acredito que as expectativas de vocês, caros amigos leitores, quanto ao meu retorno, já se igualavam a zero.

Antes tarde do que nunca. Já cumpri o prometido no post anterior...

Mas como abandonar assim o meu mundo e a meia dúzia de leitores fiéis (que à essa altura nem sei se voltarão a me ler)???
A verdade é que senti saudades. Mas a preguiça, ou a falta de tempo entre imprevistos diversos me afastaram daqui.
Well... Sem mais delongas, vou resumir algumas coisas que aconteceram desde que eu desapareci daqui. [Hum... vejamos... meu penúltimo post foi em novembro de 2009 e o último (embora esteja marcado como agosto de 2010) é bem recente (terminei e publiquei há um mês aproximadamente)].

Em novembro de 2009 eu estava trabalhando no atendimento e na parte administrativa da escola de um casal de amigos. Eu já trabalhei lá antes (em 2004, inclusive dando aulas de informática educativa), mas o casal era diferente, quero dizer, a esposa do dono da escola era outra (mas isso já seria outra história).
Pois bem, eu auxiliava o dono da escola e sua terceira esposa (com quem sempre tive afinidades e desenvolvi amizade - ela é apenas 2 ou 3 anos mais "velha" que eu). Detalhe que só esse lance de voltar a trabalhar na tal escola tem várias histórias periféricas, mas não vou me prender a isso ou terei que deixar as outras velhas novidades pra outro dia.
Enquanto isso, a facul de Jornalismo na UERJ ía bem, obrigada. Eu já saía do trabalho direto pra lá.

Em janeiro de 2010 eu cantei no casamento de um guri que estudou comigo desde a quinta-série!!!
Ele e a noiva escolheram as músicas e, embora tudo estivesse dando errado até a semana anterior à cerimônia, eles estavam mega tranquilos.
As minhas fotos cantando no casamento deles rendeu um convite para cantar em outro casamento, que seria mais tarde: em junho.

O Carnaval eu passei no Rio mesmo, mas saí todos os dias com um casal de amigos que também não viajou. Nossa! Nos divertimos horrores!!!!!!!

Em abril (ainda em 2010), um amigo guitarrista me colocou na banda de forró que ele toca até hoje.
É... parece estranho, mas aconteceu. Obviamente que a combinação não foi lá das mais adequadas. O povo da banda era maravilhoso, conservo algumas amizades e tal, mas eu só entrei num momento de emergência. Tocamos na Feira de São Cristóvão, alguns domingos no antigo Asa Branca (Lapa) e tal... - eu tenho fotos.
Segunda-feira era certo de eu ir trabalhar sem dormir. Chegava do show, tomava um banho, comia alguma coisa e ía abrir a escola. Foi nessa época que me tornei insone 'forever and ever'.
Fiquei nessa banda de forró +ou- uns dois meses e quando a cantora deles retornou, eu saí.

Essa minha rotina escola (trabalho) - facul - música perdurou até maio de 2010, quando eu também acumulava a função de professora de inglês das adoráveis crianças da escola - eles me adoravam... eu ganhei o apelido de Lava Girl (por causa do meu cabelo vermelho), jogava Uno e às vezes até bola com eles nos intervalos e fui alertada pelas outras professoras de que eu era objeto de paixão de um ou outro. Hahahahahahahahaha!

Em maio de 2010 aquele meu último estágio me chamou de volta. Aquele mesmo que o tal novo supervisor havia me dispensado. A melhor parte foi que ele mesmo (o cara que me demitiu pouco mais de um ano antes), ligou pra mim e me contratou outra vez.
Nem preciso dizer como me senti, né?!
A princípio eu estava voltando por apenas 2 meses, para cobrir férias da estagiária dele (que tinha entrado no meu lugar). Mas como eu já era conhecida de todos, liberaram meu contrato para 6 meses renováveis.
A dinâmica de trabalho tinha mudado bastante. Serviu pra eu aprender alguma coisa sobre mercado de capitais (a área de atuação da tal organização) e, principalmente, escrever sobre isso.
A outra estagiária (se formou em dezembro e foi contratada) é uma guria de 24 anos, muito competente, prestativa e atenciosa, que me ensinou tudo direitinho. Nos demos muito bem, eu cheguei a ir no casamento dela (e só nos conhecíamos há 2 meses). Ela (minha amiga de estágio) aturou minhas reclamações de insônia, meu espanto por ela ter se casado tão cedo e acompanhou a saga do namoro relâmpago (3 meses) que eu tive com o estagiário de direito (desse não sobrou nem amizade, embora tenha começado da maneira mais cortês do mundo).

Voltando a falar de música, depois que eu saí da banda de forró, eu só cantava por hobbie, dando canja na banda de amigos e tal... Afinal, com estágio o dia todo e facul à noite (tudo lááááá longe... estágio no Centro, facul no Maracanã), era impossível!!!! Eu mal tinha tempo pra dormir. Usava as noites pra fazer os benditos trabalhos da faculdade ou pra tentar dormir, pois eu estava me tornando oficialmente insone.

Em junho, cantei no outro casamento (cujo convite surgiu a partir das fotos da minha cantoria no casamento do meu amigo). Mas nesse, o clima era tenso! O tecladista desse casamento é um grande amigo meu. Ele que me indicou pra noiva (cheia de exigências); ele que me tranquilizava. Mas confesso que o frio na barriga que eu senti ao cantar nesse casamento foi maior do que todos os friozinhos que já senti nessa vida!!!
Eu explico: a noiva dizia que era fã da Mariah Carey e que queria que eu me inspirasse nisso. Mas quem me conhece bem, sabe que a minha voz tá muito mais pra canção de ninar do que qualquer outra coisa. Eu não tenho traço vocal 'black' nenhum!!!

Deixando a cantoria e tratando de outra aflição, 2010 foi o ano da minha formatura (eu ainda não me formei, de fato, porque sou uma cabeçuda preguiçosa que ainda não fez a monografia). Mas a cerimônia de colação de grau e a festa comemorativa da turma 2006.2 de Comunicação Social da UERJ foi em agosto. Tenho as fotos, o vídeo (que inclusive estão dando uma dor-de-cabeça danada porque a empresa que contratamos - Design Formaturas e Eventos - vacilou feio!) e uma foto emoldurada minha segurando o canudo (minha mãe pendurou na sala e toda vez que olho ouço uma voz perguntando: "mas e o raio da monografia?).

Ah... mas ainda tive mais experiências na música, ainda em agosto, fiz uma participação na Banda Oluhau. Eles fizeram num show com convidadas (Giul - Banda Zena, Loma e Nath - Banda Agnela e Eu - ?) no Cultural Bar, em Juiz de Fora.
A vibe foi in-crí-vel!!!!!!!!!! Eu cantei como se estivesse nas nuvens. Fiquei encantada.

Já no final de novembro, um convite urgente e inesperado: as duas cantoras da Banda Ploc 80' (aquela que foi no BBB 10) estavam ocupadas e não poderiam fazer um do show deles. Recebi uma ligação na quinta, o show seria no sábado. Fiquei insegura, mas resolvi arriscar e aceitei o convite. Tudo deu certo, eu adorei cantar com eles e passei a ser sub. A agenda deles em dezembro tava frenética!!!! Fiz alguns dos shows deles, inclusive fora do Rio.
Foi aí que a música começou a me cobrar sua participação na minha vida... canto desde pirralha e tal, mas não encarava como profissão desde que comecei a faculdade de Jornalismo. Não por falta de vontade, mas porque o tempo não me permitia, já que eu moro em Far Far Away.

Com esse lance da música voltando à tona e a facul chegando ao fim, mas sem que eu tivesse tempo pra fazer a monografia (a velha história da distância... às vezes eu passava mais tempo da minha vida viajando de ônibus do que assistindo aula. E mesmo sem dormir, eu me sentia exausta... então não rolava tentar monografar. À noite eu tentava era dormir) eu acabei desanimando do estágio. Eu não queria ser estagiária pra sempre, mas se eu não fizesse a monografia, não tinha jeito. E os shows me deixando cada vez mais entusiasmada com a música e exausta com o dia-a-dia.

Em janeiro de 2011, mais precisamente no dia 2 de janeiro (primeiro domingo do ano) eu fui bater um papo e apreciar a música ao vivo (esqueminha voz e violão) de uma churrascaria que tem no shopping mais próximo da minha casa e eis que acontece algo inusitado: fui contratada pra cantar lá toda quinta-feira.
Inusitado porque eu acabei dando uma canja por acaso MESMO (até então, eu não conhecia os músicos que estavam tocando lá nesse dia), daí a dona do estabelecimento curtiu e comentou com uns amigos que estavam lá (que me avisaram antes, para que eu aceitasse, mesmo que eu não tivesse quem tocar violão pra mim). Quando desci do palco, fui cercada pela dona (e pelos meus amigos) e aceitei cantar na quinta seguinte (achei que seria uma quinta só, mas acabei ficando). - Essa história também gerou outras histórias... [Afinal quem foi tocar violão comigo foi o meu ex-namorado mais complicado da face da Terra, mas tocávamos juntos há tempos, antes de eu entrar na facul. Nossas experiências profissionais na música sempre foram compartilhadas. Quando começamos a tocar juntos (em 1999), sequer imaginávamos que chegaríamos a namorar anos mais tarde (2004-2009)].

Com toda essa cantoria e a pressão da falta de tempo pra fazer a monografia, eu resolvi largar o estágio (sem monografia pronta e diploma, eu jamais seria contratada).

Em fevereiro, eu só cantava e, teoricamente, me dedicaria à minha monografia - o que acabou não acontecendo.
Eu consegui, além da tal churrascaria, mais 2 lugares fixos pra cantar (voz e violão). Ou seja, eu trabalhava 3 vezes na semana + os projetos paralelos que surgiam. Minha vida era ensaiar e cantar à noite e dormir (muito mal) durante o dia. Eu resolvi tentar descansar tudo o que eu tinha esgotado nos últimos 5 anos (facul+estágio+insônia+nights+os últimos meses desde que voltei a cantar).
O resultado foi: cama o dia inteiro. Dormindo ou não, eu permanecia deitada sem fazer nada ou acessando a internet (como agora) ou lendo (literatura de ficção, claro. Nada de teorias, nada relativo à monografia).

Em março, eu comecei a cantar em outra banda de anos 80 (Johnny Bacana), mas acabei perdendo 2 dos 3 lugares que eu cantava toda semana. Só sobrou a churrascaria mesmo.

Entre abril e maio eu comprei os livros que compõem a bibliografia básica da minha monografia, mas só li um deles até agora e só consegui planejar o primeiro capítulo do meu trabalho.

A insônia não passou e é improdutiva.

Eu estou na fase mais desanimada da minha vida. Não saio se não tiver uma razão muito importante pra isso.
Passo as noites acordadas e durmo durante o dia.
Já tentei me isolar na escuridão e silêncio do meu quarto à noite, sem internet, sem música, sem TV. Mas o sono não vem.
Já tentei ler em vez de entrar na internet, mas em vez de ler e sentir sono, eu permanecia acordada, devorando os romances que lia.
No auge do meu desespero pela falta de sono, bebi Vodka pura para tentar relaxar e dormir. Deu #Fail.
Já fiquei sem dormir mais de 24 horas pra ver se regularizava o meu 'relógio biológico': Nda!!!
Não tem jeito... Eu devia estar no Japão agora. Isso sim!!!

Eu me limitei a falar de trabalho e facul aqui. Mas é claro que além disso, tive meus encantamentos, tentativas de paixão, decepções, velhas novas histórias e uns novos amigos que a vida trouxe.
Além dos momentos divertidos (nights, jogatinas e até praia...) com os amigos antigos também, claro!!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Finalmente, o show da Trilha 3


Olá, queridos amiguinhos!!!
Eu estava com saudades, mas não conseguia escrever. Motivos? Cansaço, falta de tempo, desânimo, etc...
Vcs me perdoam??? Ah... não interessa!

Pois bem, retorno hoje cumprindo a promessa de continuar o texto anterior para contar como foi o show da minha banda (Trilha 3) no dia 27 de outubro de 2009 (ano retrasado) lá no Rio Scenarium. Antes tarde do que nunca, né meu povo?! (Ou não!)
Já sei, já sei... tô parecendo uma jornalista acreana.

Mas voltando ao que interessa, apesar do tempo que passou, eu lembro muito claramente de todas as minhas sensações naquele fim de tarde. Era um misto de cansaço, ansiedade, sono e nervosismo. E daí que eu canto praticamente desde que aprendi a falar??? Cada vez que subo no palco sinto um friozinho na barriga, sim. E pra completar, o evento estava sendo coberto pela Rede Record, já que dois de seus atores também tocariam com suas respectivas bandas (
Guerreiros de Jorge e Pista 7.2) - Tocariam do verbo talvez não tocassem mais.
É, gente! Os integrantes da Pista 7.2. resolveram brigar entre si poucos dias antes do show. Resultado: a banda acabou. Por causa disso, teríamos que tocar durante mais tempo, teoricamente, para cumprir a carga horária de entretenimento do programa.
Acontece que já tínhamos esticado nosso show o máximo possível. Botamos músicas novas no repertório 2 dias antes e inventamos um momento voz e violão pra eu encher linguiça com o Dieguito. Mas isso não seria suficiente nessa nova situação. O que fazer então? Nada. Tocaríamos o que ensaiamos, enrolaríamos com os números de voz e violão e pronto, acabou. Era tudo o que tínhamos.


Mais surpresas: Nat, Beta e Mila (guitarristas e baixista da banda Agnela, respectivamente) foram nos assistir para prestigiar o Dieguito (nosso violonista e primeiro produtor delas e compositor do single "Podia Ser", que entrou pra trilha de Malhação).

O show foi aberto pela vocalista da extinta Pista 7.2, que levou playback e resolveu cantar. Eu tinha sido apresentada a ela alguns minutos antes e, talvez por causa disso, ela cismou de olhar muuuuuuuuitas vezes pra mim enquanto cantava. Principalmente quando fazia as firulas dela (bem no estilo Whitney Houston... balck na veia!). Nada intimidador, né? Imagine...


Depois da cantoria dela, o ator Sérgio Menezes nos anunciou e subimos no palco pra iniciar o nosso primeiro e último show. Como o nosso som era leve, o povo apreciou bastante. A onda era ficar sentadinho curtindo a parte autoral do nosso trabalho e cantando junto as baladas conhecidas de Lulu Santos, Avril Lavigne, Kid Abelha, Luxúria, etc...

Quando acabamos: dever cumprido! Poucas coisas saíram do eixo e, pelos perrengues todos que passamos, o resultado ficou muuuuuuuito bom!!!

Nunca mais conseguimos voltar a ensaiar. Tentamos marcar e tal, mas não rolava. Daí veio o fim do ano e a promessa de que retomaríamos as atividades em janeiro (2010).
Só que passou janeiro, fevereiro,... Nosso Dieguito começou a tocar na
Banda Zena e, inevitavelmente, a Trilha 3 acabou.
Mas tudo isso serviu como aprendizado, experiência, além da aproximação com pessoas queridíssimas que se tornaram amigos e companheiros de momentos divertidos desde então: Didigo, Marcioul (ele e a Fabi são VIPSs da Turma da Bazooka! - e da Tequila, claro), Robson (executivo e tecladista), os outros colegas da Banda A Menos (onde o Robson toca teclado e eu descobri uma gêmea de cabelo - Andrielle), os irmãozinhos da própria Banda Zena (que adotou uma música do Dieguito composta nos tempos da nossa saudosa Trilha)... Espero não ter esquecido ninguém.

Well... por hoje é só. Mas no próximo texto vou tentar resumir as coisas importantes que aconteceram comigo (ou que eu fiz) desde que eu parei de escrever (ou seja, o ano de 2010 inteiro e esse início de 2011).
Até!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Trilha 3 - a banda e um show


Sim, amiguinhos. O nome da minha banda é Trilha 3.
Por quê? Eu explico:


Num dos primeiros ensaios, meus amiguinhos de banda (ainda sem nome) e eu estávamos ouvindo algumas músicas e gostamos de uma. Um de nós perguntou qual o nome da tal música, mas ninguém sabia e não havia identificação no Media Payer, que mostrava a música como TRILHA 3 (o equivalente a Track 3). Pronto! Alguém disse: "Hum... Trilha 3 é legal! Pode ser o nome da banda". O resto concordou, e assim fomos batizados.

Ah... sim, o show! Claro!!! Tô devendo isso há séculos!

Bom... Foi meio que no susto! Tínhamos parado de ensaiar pra fazer gravação das nossas músicas. Nosso violOnista ('tocador' de violão; não confundir com violinista) é compositor compulsivo e fizemos guia de 5 ou 6 músicas, mas só conseguimos concluir uma.
Além disso, tivemos problemas com integrante.


A antiga e temida 'maldição da bateria' se transformou na 'maldição do teclado'!!!
Como é difícil montar banda!!!!
Ah... sim, e nessa banda, um dia o problema fui EU (há anos... outra banda, com a mesma turma). Mas isso já é outra história...

Como eu tava falando, problemas com o lado virtuoso da banda: o primeiro tecladista saiu; o segundo tinha pouco tempo pra ensaiar e zilhões de outras prioridades na vida. O terceiro merece um parágrafo.

Ah... o terceiro! O terceiro (não me refiro a filme do Shrek nem à que em Terezinha de Jesus resolveu dar a mão) além de tecladista, também era DJ. Era tudo o que precisávamos e logo se encaixou perfeitamente no que tínhamos idealizado para o projeto da banda. Todos nos apaixonamos pelo músico e pela pessoa que ele era.

Mas isso não é conto de fadas! Ele tb tinha uma agenda louca: tocava na noite, na Igreja, tinha que dar conta da noiva e pra completar, começou a trabalhar.
A consequência disso era inevitável: menos um tecladista. E nesse caso, menos O tecladista.


O problema é que teríamos de retomar os ensaios pensando num repertório para o show beneficente no Rio Scenarium que já estava marcado.

Faltando um mês para o show, sem tecladista, sem esperanças de encontrar outro (procuramos, mas como eu disse, 'a maldição'... Nem chegamos a ver a cara de quem seria nosso 4º tecladista), resolvemos ir para o Plano B: convidar um guitarrista. E assim sucedeu. (Sucedeu??? Eca! Q pedante!)

Convidamos o guitarrista amigo do 3º Tecladista. O resultado foi bom! O clima também era ótimo! Preparamos nosso repertório com, com... (com quantas músicas mesmo? Faz tanto tempo!). Ah... era pra tocar durante meia-hora (escolhemos duas músicas nossas, o resto cover). As bandas Guerreiros de Jorge e Pista 7.2 também tocariam nesse evento.


Ensaiamos e só fechamos o repertório poucos dias antes do show.
Fechado o repertório de 30 min, descobrimos que teríamos de tocar durante mais tempo.
Ô, tensão!!!

Um dia antes do show, fizemos um ensaio intensivão a noite toda.

Fui pra casa de manhã, mas nem dormi, apesar do sono... sem condições!
Saímos no meio da tarde pra chegar cedo no Rio Scenarium e passar o som.


Como se fosse simples assim, né???
Demos voltas e mais voltas até encontrar o local. Maldito trânsito confuso do RJ.

Depois a saga para encontrar um estacionamento...
E finalmente a caminhada do estacionamento até o Rio Scenarium com nosso equipamento nada leve.


Chegamos, ufa!
(continua...)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

This is It:: eu assisti!


Ontem fui assistir ao filme do Michael Jackson, o tão esperado
THIS IS IT.

Fila do cinema lotada já na primeira sessão.
Crianças, adolescentes, tiozinhos e tiozões...
Pessoas com Michael estampado em camisas, usando acessórios como os que o ídolo usava (luva brilhosa, chapéu...).
Vinte minutos antes da hora marcada para o início do filme, a multidão pode entrar na sala do cinema. Durante a espera, celulares tocando os maiores hits do Rei do Pop.
A tela começa a exibir algo e o povo impaciente reclama: "Trailer pra q???"
A gurizada delira com a chamada de "Lua Nova" (o novo filme da série "Crepúsculo").
Quando finalmente sobem os letreiros do início do filme cujos ingressos começaram a ser vendidos há um mês, o cinema se transformou numa arena e eu me senti como se, na verdade, eu estivesse num show. Só faltou o povo ficar de pé.
Gritinhos histéricos, "Michael, Michael..."...
E eu me balançando e cantarolando as músicas durante todo o filme.

Tudo em torno de Michael era mágico.
Ele participava de tudo, desde a seleção dos dançarinos até o preparo dos vocais de apoio e a passagem de som da banda.
Era tudo exatamente do jeito que ele queria. Apesar de toda a estrutura e da direção musical, os detalhes ficavam por conta do excêntrico Rei do Pop.
Tratado como 'Sir' pelo diretor do espetáculo, Michael era exigente e beirava à genialidade. Mas às vezes, parecia apenas um menino.

Ele dava tudo de si e esperava isso de sua equipe. Dançava pra valer, cantava pra valer! E quando não o fazia (embora mal se percebesse), ele se explicava: "estou poupando minha voz".

O brilho de Michael era inquestionável. Até pra ensaiar ele se vestia bem, diferente dos meros mortais como eu ou você. Era o Michael de sempre.

Só ficou nos devendo o Moonwalk e um outro passo que não sei o nome (de Smooth Criminal, que ele inclina o corpo com os pés grudados no chão).

Ah... They Don't Care About Us parecia ser uma das músicas preferidas de MJ. Ele cantava com um sorriso nos lábios.

Ele sabia fazer um espetáculo e explorar tudo o que tinha à sua disposição.
Até os clipes preparados para serem exibidos no telão ele acompanhava e fazia suas exigências.
Num certo momento, quando fica em destaque com sua guitarrista no palco, a banda termina a música (Black or White) e a guitarrista para de tocar. Mas Michael pede: "Não pare. Essa é a sua hora de brilhar! Toque a nota mais alta e sustente o som! Esse momento é seu." E a guria, que não deve ser muito mais velha que eu, mostra porque é digna de ser guitarrista da banda que acompanha Michael Jackson.

Apesar da aparência frágil, ele era bastante ousado. E é verdade o que sempre dizem: Para Michael, tudo era muito intenso.
Ele sempre queria impactar da maior forma possível, queria ser grandioso, queria que sua mensagem fosse difundida com eficácia.
No fim, ele disse que queria que nós, os fãs, víssemos o que nunca vimos e sentíssemos o que jamais sentimos antes.
Apesar de não viver a tempo de executar sua turnê de despedida, ele conseguiu.

Bem... Isso é tudo pessoal!!!
No próximo post vou falar sobre o 1º show da minha banda (dia 27/10) - a Record transmitiu um trecho ao vivo e exibiu uma matéria no dia seguinte de manhã.
Até logo, amiguinhos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Amy Lee voltou também???

Resposta: Não. (Mas ela pode resolver voltar só de raiva! Ou então ter overdose de Lítio.)

O que você está prestes a assistir no video abaixo não é o
Evanescence (ainda lembra o que é isso?) apesar da música e presença de Ben Moody.

*O Evanescence deixou de existir após lançar (e quase não lançou) seu último álbum em 2006.
Amy Lee surtou e expulsou todo mundo da banda, só restando ela mesma da formação original.

Agora o que temos aqui é o We Are the Fallen (o nome da nova banda de Ben Moody carrega uma curiosa coincidência: "Fallen" foi o álbum que lançou o Evanescence nas paradas de sucesso). Além disso, os integrantes são os ex Evanescences (demitidos por Amy Lee - fã incondicional de Roberto Justus).
Ah... o single deles é "Bury me Alive".
O que muda: ah... sim, a vocalista. O nome dela é Carly Smithson, finalista de uma das edições do American Idol (Ben Moody chegou a produzir Kelly Clarkson).

Sem mais embromations, hora de assistir e tirar suas próprias conclusões:

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Eles estão de volta


Semana passada recebi uma notícia que me deixou feliz e esqueci de compartilhar:


O Creed está de volta!!!!!!!!!!!!
O novo álbum da banda, "Full Circle", tem lançamento previsto para o dia 27 de outubro.
Mas o single "Overcome" já está disponível e o DVD oficial será gravado no próximo dia 25.

Bem... eu optei por não pôr o single aqui porque o saudosismo falou mais alto.
Encontrei um vídeo recente deles ao vivo com uma música das antigas pra matar a saudade dos bons tempos.

MIRAAAAAAAAAAAAA:

domingo, 13 de setembro de 2009

GP da Itália: 'Hoje não!!!!'


O que foi o GP da Itália hoje, héin?!

Monza: circuito estreito. Ultrapassagens? Raras... em curvas.

Eu jurava que Lewis Hamilton levaria a melhor.
Pra quem não viu: Hamilton largaou na pole e manteve sua posição durante mais da metade da corrida.
Parou, voltou, tudo em ordem.
Mas a segunda parada foi típica da McLaren dos tempos de Kimi Raikkonen. Um erro e pronto...
Até então, ok... o campeão mais jovem da categoria pontuaria, embora já tivesse perdido a vitória da corrida.
O problema é que, na última volta, o magnetismo que o Hamilton tem com muros (sempre em momentos importantes) foi maior que o resto.

O primeiro lugar??? Ah... sim. Foi do Rubens Barrichello.
Eu não acreditei até que o momento de ele atravessar a linha de chegada, claro. Nunca se sabe, né? O que aconteceu com Hamilton costumava ser rotina do Rubinho.

Galvão Bueno ('Bueno'???) a berrar: "Preparem a musiquinha! Você aí de casa, prepare seu grito! E lá vem ele... Rrrrrrubens Barrichello do Brasil!!!!!!!"

Num momento como esse me vem à memória a voz de Cleber Machado (GP da Áustria, 12/05/2002) e seu famigerado: "Hoje não, hoje não!!!! Hoje sim!... Hoje sim???" (A Ferrari não vai atrapalhar nosso domingo!!! Vem Barrichello, encosta o Schumacher. Eles vão pra última curva!...)

E minha tese sobre a carga mística da mola que soltou do carro do Rubinho e acertou a cabeça de Felipe Massa vai ganhando força.
Ou você acredita em coincidências???

domingo, 30 de agosto de 2009

Pérolas de um FDS prolongado...


- SEXTA (28 de agosto):


"Você está de parabéns hoje!"

- SÁBADO (29):

"Não atravessou a rua pra falar comigo? Tô de mal!"

"Venha aquecer com a gente..."

"Cadê sua blusa azul?"

"Só faltou você no palco!" / "Tô com saudades de cantar com você." / "Queria ter feito o dueto com você"...

"Wowwwwwwwwwwww!!!" (gritinho do saudoso Michael Jackson)

"Aaaaaaaahhh, aaaaahhhhhhhhhh" (momento Amy Winehouse)

- DOMINGO (30):

"Liguei pra saber como você está." (em pleno domingo de uma guria que eu não esperava)

"Vamos passear no bosque enquanto o seu lobo não vem???"

"O que é unisso???" (uníssono)

"O que é dobrado???"

"Eu tenho dupla planetaridade."

"QUE SE DANE!!!"

"Eu quero se matar", que na verdade era: "E que alucinação!" (num rock doido ao vivo)

"Pelo amor de Deus pare de rir, Jessie!"

"Cala a boca e canta!!!"

- SEGUNDA (31):

"Tô me sentindo como se estivesse assistindo à sessão da tarde num sarcófago"

"Eu quero pipocaaaaa"

"Meee diiiiiiiiiiiiiz" (frase cantada e saturada)

"Quero te morder"

"Tô gorda!!! Tenho gordura até na testa!!!"

"Agora no outro pé" (sessão de tortura).

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Era 'uma vez Flamengo'...


Desde quando o Flamengo não ganha uma partida de futebol, héin?!

Ih... da última vez que fui ao Maraca com uma galera, o máximo que o rubro-negro conseguiu foi um empate. Foi 1 x 1 numa partida sofrida contra o Barueri pelo Campeonato Brasileiro.

Sei que vou deixar os coleguinhas flamenguistas com ódio de mim ao dizer isso, mas lembra do gol de pênalti do Barueri nesse mesmo jogo, no dia 22 de julho??? Eu tinha acabado de entrar no Maracanã quando o placar foi aberto por Val Baiano. Estava em aula e não assisti o jogo desde o começo.

Dias depois disso, eu dei a tal nova camisa oficial do Flamengo pro papito e ele costuma vestir aos domingos, quando o Fla joga. Não preciso nem continuar escrevendo, né?!


*O que vc acaba de ler não passa de ficção. Quaisquer semelhanças com fatos reais, é pura coincidência.

Bem... vou ali e já volto!
Tô indo morar na Sibééééria!!!!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ah... a música!


Agosto: mês do desgosto???


Ah... não! Discordo. Eu nasci neste mês e não me considero um desgosto (estou afirmando. Não quero nenhum comentário sobre isso). Tenho certeza de que meus pais também não me acham um desgosto. ^^

Deixando a vaidade leonina de lado, tenho outros motivos pra gostar desse mês.
Por algum motivo além do meu aniversário, costuma ser uma boa época pra mim.
Tenho excelentes recordações dos últimos 3 anos:
2007 - entrei no Coral Ecos Sonoros, onde encerro minha participação após dois bons anos.
2008 - tive três comemorações de aniversário, fora outros encontros legais com amigos por comemoração de outros aniversários.
2009 - meu niver foi bem mais modesto, comemorado apenas entre familiares. Em compensação vou me lembrar de ter voltado a subir num palco depois de 10 meses sem saber o que é isso.

É engraçado parar pra pensar e não lembrar exatamente de como comecei a cantar. Parece que já nasci fazendo isso. Tenho lembranças de alguns marcos importantes na minha modesta trajetória musical: a primeira vez que cantei em público (foi à capella), ter cantado em tantos lugares e eventos que uma criança entre 6 e 12 anos normalmente não canta. Meu repertório sempre foi de adulto, exceto quando eu cantava em conjunto com outras crianças.


Mas por que hei de lembrar do mês de agosto de 2009???
Ah... Porque além do porre narrado no post anterior, eu subi num palco (já disse isso lá em cima).
Foi tudo muito de repente. Fui convidada no dia anterior e topei ("topo, topo... topo pq não???").
O novo integrante da minha banda toca em outro projeto toda quarta aqui mesmo em Campo Grande (num reino tão tão distante). Foram apenas 2 músicas, mas o suficiente pra eu relembrar como é estar num palco, sentir a energia, lembrar dos meus tempos e festejar com meus amigos (que foram me ver e que costumavam me ver cantar o com o tal sertanejo, 2 deles companheiros de banda naquela época; além dos coleguinhas da nova banda).
Onde foi? Espaço Up. E A menos é a banda que toca lá às quartas.

E então eu me pergunto: como fiquei tanto tempo sem cantar assim???

Música é um vício e eu não nasci apenas pra ouvir. Ainda não compus nada, mas gosto de executar.
Ir a um show e fazer parte do público me causa um certo incômodo. Eu me divirto à minha maneira, mas confesso ficar incomodada em estar só assistindo. Sei lá, é esquisito.
Fora que não dá pra não prestar a atenção na sonoridade, detalhes técnicos, postura da banda, repertório, equipamento...
É como quando vou ao Maracanã e fico prestando a atenção no movimento da imprensa (radialistas, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos) no campo - acho que nessa parte, meus amiguinhos estudantes de Jornalismo me entendem.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Bebi, Caí, Levantei!


Olá, queridos amiguinhos.
Há muito tempo não escrevo (mais de um mês em silêncio).

Nem mesmo o meu aniversário (tenho 2.3 desde o dia 2 de agosto) foi fonte de inspiração suficiente pra que eu voltasse a escrever.
Confesso que estava sim, sofrendo de um desânimo agudo. Nem a facul eu frenquentei direito no último semestre.

Ah... sim. Algumas novidades, claro:
*Continuo fazendo teatro na UERJ e provavelmente nosso grupo fará uma apresentação no início do ano que vem. Faremos uma montagem em breve.

*Continuo ensaiando com a banda. Dentro de alguns meses já poderemos nos apresentar, se Deus quiser!
*Comprei a nova camisa oficial do Flamengo e dei de presente pro meu papito (com direito à personalização e tudo!), mas descobrimos que não tem dad
o mta sorte para o clube (vide os resultados dos últimos jogos).
*Estou numa crise financeira sem igual. Ficar sem trabalhar é o fim!!! Há séculos eu não me presenteio.
*Pintei o cabelo de vermelho!!! É... finalmente tive coragem. Já fui mega loira, fiquei morena e agora vermelhei! Nenhuma crítica, acho que agradei e posso concluir que sou bonita de qualquer maneira. Huahuahuahuahua!
Deu um trabalho danado mudar a cor do cabelo. Um dia inteirinho e uma cabeleireira muito paciente!

E a última novidade, explicando o título do
post: TIVE MEU PRIMEIRO PORRE!!!!
É isso mesmo: bebi pacas no último sábado. Foi festa de aniversário de uma amiga.


Os amiguinhos de facul já sabem que eu curto festas pra dançar. Dois copinhos de cerveja ou uma garrafinha de Ice e já tô pronta pra cair na pista.
Não bebo, não tô acostumada, então qualquer coisa faz efeito.
Mas sábado, eu exagerei na dose.

Meu copo não parou vazio, enchiam-no meio que automaticamente. Quando já tinha perdido as contas do quanto havia bebido, as pessoas se tornaram vultos, as vozes eram ruídos distantes, eu não parava em pé, exceto quando tava dançando (pq isso eu fiz impecavelmente, como se estivesse sóbria) e só tinha um nome ecoando no meu cérebro. =P

É brega, mas é verdade.

Paguei o maior mico do mundo: gritei o nome que me torturava os pensamentos, berrei que foi a
melhor festa que já fui em toda a minha vida, me joguei no chão, ri freneticamente, tive crises histéricas e apaguei!!!

O esquisito, é que mesmo antes de dormir, a sensação era de que eu estava dentro de um sonho. Acordei no outro dia intacta, com coberta e travesseiro, mas sem um anel, sem uma das minhas pulseiras de cristal swarovski, o bolso sem meu celular e sem meu gloss. Dos objetos citados, só recuperei o celular (estava guardado e eu não sabia) e descobri que o anel, eu quebrei num dos meus tombos. Ah... sim, a meia fina que eu usava também já era! Puxou fio. Acordei sem saber que horas eram... pensando já ser noite outra vez.
Eu só tinha flashs do que aconteceu até que me fizeram o favor de relembrar minhas pérolas da noite anterior.

Vergonha??? Sim...
Trauma??? Não.
Semana que vem tem mais... Outra festa de aniversário. Mas é claro que vou maneirar na dose. Até mesmo porque a dor de cabeça posterior não é nada agradável. Fiquei tonta até a metade do dia seguinte, quando cheguei em casa pedindo remédio pros meus pais e pude tomar um banho gelado bem demorado.

E viva o Carpe Diem!!! Viva la vida!!! Mas é claro: SE BEBER, NÃO DIRIJA.

sábado, 27 de junho de 2009

Morre Michael, fica Golimar


O assunto da semana (ou do século, sei lá) é a
morte de Michael Jackson.
(O post anterior, inclusive, data da morte do Rei do Pop e trata do assunto).

Pelo menos assisti especiais sobre a vida do cantor, vi coisas que não pude acompanhar por terem acontecido antes do meu nascimento, me dei conta de que já conheci Michael embranquecido, revi Moonwalker - o filme, e relembrei os momentos polêmicos dele.

Pena que o gancho disso tudo tenha sido a morte dele.
Overdose suicida ou culpa do médico???

Minha mãe, com sua imaginação pra lá de fértil, levantou a hipótese de a morte ter sido forjada pelo próprio Michael pra finalmente ter paz!!! (Tipo Saddam).

Enfim...
Pra mim, o Michael Jackson não morreu mesmo não. Mas digo isso como quem diz que "Elvis não morreu!"
Bem, isso basta. Não vou ficar me prolongando com discurso de fã nem repetindo frases que tô vendo na TV e na internet desde quinta-feira.

Encerro meu texto aqui e deixo um vídeo para que vocês, amiguinhos leitores, compreendam o título do post:
(Para maior apreciação do famigerado Golimar, assistir também "Rivaldo, sai desse lago")

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Michael Joseph Jackson (1958-2009)


Escravo de seu talento e explorado pelo pai desde criança, Michael Jackson não teve infância.

Começou sua carreira aos 5 anos cantando com seus irmãos no grupo Jacksons Five.
Ele sempre contava que do outro lado da rua do estúdio onde costumava gravar com seus irmãos, tinha um campinho de futebol e ele queria estar lá brincando com as outras crianças, como um mero mortal.
Mas a vida de Michael passou longe de ser normal.
Com voz singular, passos de dança exóticos (Moonwalker forever!) e um brilho ofuscante, muito maior do que de todos os outros quatro Jacksons Five, Michael sempre protagonizou polêmicas.
Primeiro o branqueamento sem fim da pele, que começou logo depois da explosão (literal) na gravação do Comercial da Pepsi em 1984. Vitiligo, tratamento para ser branco ou as duas coisas???

Foi o cantor mais premiado nos Estados Unidos em 1983, com 17 prêmios. Seu álbum mais vendido foi Thriller.
O cantor já foi citado como 'uma espécia de herdeiro de Elvis Presley ou dos Beatles'.

Em meio a tantos records, muito stress. Em 1993 foi acusado de abuso sexual a crianças.
Neverland (o rancho adquirido em 1988 e vendido ano passado), casamento e divórcio com Lisa Marie Preslay (1994-1996), filhos (Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II - fruto de inseminação artificial)... tudo foi notícia!
Crise financeira, saúde debilitada, pedaço do osso do nariz (retirado em cirurgia) conservado em casa e mil outras fofocas...

Em 2003, um documentário (Living with Michael Jackson) do jornalista Martin Bashir, com polêmicas sobre o cantor, foi transmitido pela ITV (emissora britânica) e assistido por mais de 14 milhões de pessoas. Michael se sentiu traído e teve direito de resposta. A Fox produziu uma nova versão (The Michael Jackson Interview: The Footage You Were Never Meant to See) com material cedido por Michael, mostrando Bashir elogiando o cantor.

O 'Rei do Pop' retornaria aos palcos em julho, seriam 50 concertos na 02 Arena, em Londres.
Mas para a tristeza dos fãs, o cantor sofreu uma parada cardíaca e morreu na tarde de ontem (25/06/2009) aos 50 anos.

Não duvido nada que as acusações judiciais, a pressão da mídia, e a ambição da família (que queria o retorno dos Jacksons Five a todo custo!) o levaram ao suicídio.
Já se levanta a hipótese de a parada cardíaca ter sido provocada por superdosagem de remédios prescritos.

Eu já peguei a época de Michael Jackson branco...
Lembro que tinha 5 anos e o sucesso era 'Black or White', que eu adorava!!!!
Pedia sempre pro meu pai ligar pras rádios pedindo, e lembro como se fosse hoje, de quando o Fantástico exibiu o videoclipe, que tinha a participação especial de Macaulay Culkin (outro escravo do talento, que me lembra muito a nossa Maysa. Aposto que quando ela crescer vai odiar os pais e se tornar uma rebelde. A não ser que tenha tendência pra 'Sandy').
Bom, melhor parar por aqui ou vou entrar em outros méritos.

Então, vamos encerrar com 'sessão nostalgia':
(infelizmente o clipe não está disponível para a incorporação aqui. Então segue a versão ao vivo)

sábado, 20 de junho de 2009

Jornalista = Chefe de cozinha

Retrocesso 8 x 1 Bom Senso (by STF)
Coisas do Brasil...

Pra quem não sabe, no dia 17 de junho (quarta-feira), o STF resolveu cumprir o pedido (feito em 2006) do MPF e de alguns sindicados de rádio e TV. Foram 8 votos a 1 em plenário, favorecendo a não obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo, com a alegação de ser incompatível com a Constituição Federal de 1988.

Muita coisa já foi comentada durante a semana.
Mas resolvi publicar aqui uns trechos interessantes do povo indigado pelos blogs que eu costumo ler (de estudantes de Jornalismo como eu):

Com licença, carlos leitores. Vou ali extrair um dente do meu vizinho. Vi uma video-aula no YouTube e já sei como fazer. Ah, não posso. Não tenho diploma em odontologia...
(Mattheus Rocha)

Quem acha que jornalista precisa apenas saber escrever, está sendo leviano. Fosse assim, ninguém precisaria cursar Direito para advogar. Bastaria decorar as leis, não é mesmo?
(Renan Canuto)
Clique aqui para ler o texto completo.


Acordei e percebi que meus pais gastaram muito mais do que um carro popular para que eu tivesse um diploma que agora poderá ser usada numa emergência qualquer na falta de papel higiênico.
(do blog Donas do Circo) - clique aqui para ler...
aproveite para participar da campanha "Seja você também Jornalista" e responda à divertida enquete "O que devo virar".

Apesar da indignação e desespero inicial, agora eu me pergunto friamente:
Isso vai mudar o mundo??? (Ah... jornalistas se preocupam é com isso! Oh... o 4º poder e bla bla bla. Agora qualquer um pode estar inserido no 4º poder. Parece uma piada.)

Bem, no Mundo Jessicocêntrico, o impacto já existe.

Imaginem meus caros que eu perdi 8kg em menos de um ano preocupada em passar no vestibular em um curso que já costumava ser um dos mais concorridos e naquele ano foi o.
Depois do sucesso na tentativa, passei os últimos três anos enchendo a boca pra dizer que estudava Jornalismo quando alguém me perguntava o que eu fazia da vida.

E olha que tentaram me avisar... nos tempos de stress do pré-vestibular, tentaram me convencer a escolher um curso menos concorrido pra garantir minha facul... As vozes ainda ecoam nos meus ouvidos: "por que vc não tenta Letras?"
Putz... Pedagogia, Adm ou Educação Física q fosse... agora eu estaria prestes a ter 2 profissões: a do curso de minha escolha + jornalista (bônus concedido pelo STF no último dia 17).

Agora somos uns trouxas, queridos amiguinhos estudantes do mesmo maldito curso. Já não fossem as decepções correntes da profissão, agora isso... Seremos apontados na rua.
"Jornalista??? Vc estuda pra isso??? Eu sou sem estudar... Huahuahuahua" (Piada do século!).

Ok... deixando um pouco de lado a veia apocaliptica e tentando esquecer as implicações pessoais, eu diria que não é tão ruim quanto parece.

Até onde eu sei, as empresas ainda exigirão o tal diploma.
Além disso, não acredito que os não graduados que se meterem no Jornalismo cheguem a algo mais que peões de redação. Escrevendo e fazendo o trabalho escravo dos atuais estagiários.
E vendo que não é lá esse glamour todo e que não dá pra mudar o mundo tão facilmente (ah... o que vai ter de figuras peseudo-revolucionárias...)
A não ser os que sejam mega especialistas em algum assunto. Por esse lado, é até muito bom e enriquecedor para o jornalismo brasileiro. (tô cansada de ler, ouvir e ver tanta besteira de jornalista que se acha expert).

Em todo caso, válido também para os super-hiper-mega-ultra-power especialistas, é de se esperar que apenas Comunicólogos formados possam ocupar cargo de chefia em veículos e departamentos de Comunicação. Há toda uma tradição que não vai se romper assim, por uma abertura bizarra e retrógrada, visto que a profissionalização é um indício de evolução.

Lembrem-se de que todo editor-chefe é uma figura que põe medo até no próprio demo.
De gentileza sem igual com seus queridos estagiários, aprendizes de Jornalismo, imagino a satisfação da temida espécie em chefiar 'aspiras de merda' que se meterem no meio jornalístico graças ao STF (Supremo Time de Fanfarrões). Vai ter muita gente pedindo pra sair!

Outra coisa boa é que isso pode servir pra melhorarem o curso também, né minha gente?
Porque estudamos um pouco de tudo, e no final não é nada de nada!

Há de se adequar o curso à nova realidade para a faculdade não morrer e nós, (pobres estudantes de jornal... o quê mesmo?) ameaçados pela extinção possamos sobreviver à concorrência desleal com educadores (de toda a espécie), circences, mendigos, ex-presidentes da país, putas, cientistas loucos, frequentadores de bar (que quanto mais bêbados, mais têm opinião pra tudo - política e futebol principalmente), economistas (que não aprendem nada na facul, assim como nós - tanto que seres dessas duas espécies costumam se casar), e pessoas que não puderam fazer Jornalismo por algum impedimento (tiveram medo de tentar ou não passaram no vestibular e/ou não tiveram dinheiro pra bancar a facul e acabaram tendo que escolher outro curso). Nessa última classe, incluem-se os tipos mais diversos de profissionais frustrados graduados em Letras-Mandarim ou qualquer outra coisa que você vai morrer sem saber que existe.

Essa á minha última esperança: que meu futuro seja menos medíocre, apesar de parecer o contrário.

PS: Recadinho para os Fanfarrões-Mor de Brasília: 'Chefe de cozinha' é o C@#¨¬=*!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

"Olha o gessinho!!!"


Bom, hoje eu ía escrever sobre minha primeira aula de teatro que foi ontem.

Mas outra coisa mais séria aconteceu para interromper meus planos:

Minha sobrinha (4 anos) quebrou o pezinho.


É... já deu pra perceber que como jornalista eu sou uma ótima cantora, né?
Sempre me enrolo no blog... quase nunca meus posts são de fatos fresquinhos.
A não ser por hoje. Em compensação, o lance de teatro (que eu descobri que dói... rs) vai estar velho quando eu contar.


Não tenho como narrar o momento da fratura porque eu não estava presente.

O que eu sei é que ela prendeu o pezinho na roda da bicicleta quando estava vindo da escola pra casa.


Ah... o título do post? Eu explico.
É que meu pai é tão brincalhão, que beira ao sadismo.

Lembro de ele sempre falar que era bonitinho ver crianças de colo com gesso no braço ou na perna, porque era pequenininho e tal... Ele sempre falava disso rindo muito e brincando com a gente aqui em casa, dizendo: "Imagina a Jennifer com gessinho???"
Meu pai chegou a enrolar o braço dela num pano uma vez, simulando o tal 'gessinho'. E minha mãe sempre repreendendo, é claro! Sempre chamando a atenção dele dizendo que não tinha graça nenhuma.

Mas ele, volta e meia, brincava com isso: "Olha o gessinho!!!", ele dizia todo sorridente, como sempre.

Voltando aos fatos de hoje:
Quando cheguei em casa, meu pai disse: "Tem uma surpresa pra vc...".
Eu fiquei toda desconfiada, porque sei que não estamos em tempos de festa (ele ainda está se recuperando do
acidente que sofreu em fevereiro). E como vocês, meus amiguinhos fiéis, já sabem, esse ano não começou nada bem pra mim.
Estava falando que fiquei desconfiada com a tal surpresa do meu pai, né?
Ele disse que a surpresa era da minha sobrinha, que estava sentada no colo da mãe (minha irmã) com um cobertor cobrindo metade do corpo.

Fiquei pensando no que seria... só conseguia me lembrar dos três bombons que encontrei em cima da minha cama ontem, ao chegar tarde da noite em casa.
Pela manhã, descobri que foi minha sobrinha que deixou lá pra mim.


Minha cara de paisagem fez com que o meu pai parasse com a brincadeira de adivinhação.
Ele disse: "Mostra pra tia, Jennie!" E aí me deparei com o 'tão esperado gessinho' na perna direita da minha guriazinha.
Fiquei tão triste... Minha mãe tinha razão: na prática não é nada engraçado!

Ela também feriu o pé e tem que fazer curativos a cada dois dias pelo menos por uma semana.

O gesso deve imobilizar o pezinho dela por uns 15 dias.

Vai ser muito triste ve-la quietinha, sem poder pular, colocar meus sapatos e sair andando pela casa, bater na porta do meu quarto e entrar toda feliz pra ficar se olhando no espelho, etc...

Minha mãe disse que no hospital, disseram que ela não poderia mais brincar de pular. Mas a minha cabeçudinha disse que ía poder brincar de "Amarelinha". Danadinha sagaz, né?


sábado, 13 de junho de 2009

O que dizer???


Eu poderia falar sobre o Dia dos Namorados... aproveitar o gancho e dissertar sobre o amor ou a solidão. Mas não tô afim.

Não que eu não tenha nada a dizer sobre essas duas coisas. Talvez tenha até d+.
Ah... mas tanta gente já fala sobre isso! Já são tantos versos prontos e bonitos!

Eu pareço estar triste de desanimada? Triste não chego a estar. Desanimada? Talvez.
A verdade é que eu tô um tanto cansada, isso sim.
Me falta vontade pra certas coisas, como estudar (coisa q eu devia estar fazendo agora) ou escrever aqui no blog.
Até minhas leituras (nada cool) estão comprometidas!

O que eu preciso mesmo é de férias! Nada pra fazer, nada pra pensar, nada pra me preocupar.
Um mês com a minha mente zerada e eu voltaria renovada!
Mais tolerante, menos cansada, mais otimista (coisa q não costumo ser)...

Reclamaram mais uma vez do meu blog: "é muito pessoal. Pq vc não fala dos problemas do transporte público no Brasil prestes a sediar uma Copa?"
Bem... pq será...? Pq não tô afim?
A resposta está e... e... e...
exata!!!
Eu poderia nos comparar com os EUA. Mas o processo de colonização lá foi diferente, já era! Fazer o que? Até os escravos foram libertados de maneira diferente.
A discussão seria até interessante. Mas é fato: eu não tô afim! Huahuahuahuahua =P

"Ué? Mas vc não é Jornalista?"
Ano que vem terei um diploma, sim. E daí?
Meu blog não é comercial e nem tem tal pretensão.
Não estou prestando serviço aqui.
A parada aqui é entretenimento (uma voz aguda ecoa nos pensamentos dos estudantes da FCS, dizendo: Isso não é Jornalismo, queridos!!!).

Pelo menos uma coisa com a facul acho que já aprendi: falar, falar, sem nada dizer.
Ha ha he he ha ha ho

Resumindo: só escrevi esse texto (?) pra não deixar meus amiguinhos desamparados. Pq já faz mais de uma semana que eu não escrevo nada. E o último post nem conta, né? Foi só um texto pronto (Ctrl+C Ctrl+V).

Uma dia conseguirei escrever coisas melhores, prometo!

Ah... um recado importante pra alguém importante: PRATICIDADE É O CARAMBA!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sobre a bipolaridade


Recebi esse texto de um amigo e resolvi compartilhar com todos vocês, amiguinhos emos queridos:

"Linha demarcatória da sanidade.

Da santidade à imoralidade.
Da alegria à tristeza.
Do poder à total fraqueza.

Do espírito que voa como um pássaro livre
à contradição da prisão num abismo.
Da genialidade à mediocridade.
Do positivo ao negativo.

Somos diferentes das pessoas “normais”.
Mas, na realidade, elas talvez sejam mais loucas do que nós.

Em segundos, influenciamos o comportamento das pessoas inteligentes,
daquelas que acreditam em seus sonhos.

Choramos sim, rimos sim;
mas aprendemos com isso."

(Alexandre Fiuza)