Olá, amiguinhos...
Quanto tempo, né?
Bem... hj não tem F1, não assisti nenhum filme fodástico nem nada, não assisti nenhum show ou peça de teatro nos últimos dias, não tenho cantado... Então só me resta falar sobre a onda do momento: Índia.
Depois do premiado "Quem quer ser um milionário", tá todo mundo aderindo à onda indiana.
Aqui no Brasil, a moda é reforçada pela novela das 8h (que passa às 9h). E a emissora toda-poderosa, onde passa a tal novela, que não é boba nem nada já montou uma loja virtual homônima à atração: Caminho das Índias.
Ah... sim... e já li outros 2 ou 3 blogs falando sobre isso e mostrando as músicas indianas que estão fazendo sucesso graças às produções citadas.
Duas delas me chamaram a atenção:
1. Kajra Re - Trilha da novela "Caminho das Índias", soa como uma espécie de funk indiano. A dança é sensual e a letra é bem simples e repetitiva.
2. Jai Ho - Trilha de "Quem quer ser um milionário" (filme ganhador de 8 Oscars), tem estilo de música eletrônica com o tal grito "jai ho" repetido no refrão na bela voz de AR Rahman.
3. Jai Ho com Pussycat Dolls - Elas não são bobas nem nada... a vocalista (namorada de Louis Hamilton) que parecia uma libanesa, negra americana, ou sei lá o quê, incorporou a indiana e convenceu!
Infelizmente esse vídeo não tem como publicar aqui (só com permissão), mas segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=riDePL5nscI
Tá bom... já sei que o mundo não é Jessicocêntrico! E também não pretendo inventar um. Mas escolher título pra blog não é tão simples! E já que esse blog é só MEU e EU vou escrever nele o que EU quiser, então EU considero que esse título tá bom, ok? Hahahahahaha!!! MENTIRA!!! Não é só isso... Leia o real motivo de inspiração do nome para o Blog no meu primeiro post "INAUGURAÇÃO".
domingo, 17 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Prometi, fazer o quê, né?
Queridos amiguinhos,
Sei que o post em questão já perdeu a validade.
Afinal, deixei passar mto tempo, né?
Mas eu prometi, então vou resumir o que teria acontecido no dia 25/04 (2ª feira):
Bem, haveria uma apresentação de um trabalho na facul, então eu não poderia faltar apesar de todo o meu desânimo... rs
Saí de casa (num reino tão tão distante) e peguei o bendito trem, nada d+. Mas, no meio do caminho, começou a chover forte.
Quando cheguei na estação de destino, o caminho para a facul tinha virado um rio e metade dos estudantes que desceram comigo ficaram meio perdidos, sem saber o que fazer. Alguns se arriscaram no mar imundo, num misto de água da chuva + lixo + esgoto...
Eu não tive coragem e fiquei parada olhando toda aquela chuva.
Um dos estudantes que tb não teve coragem de atravessar comentou que alguém teve a idéia de dar a volta pelo outro lado (a estação era da Mangueira, tá?) para evitar aquela imundície toda alagada. Então lá fomos nós, os doidos que toparam fazer isso.
Só que não havia passagem para o lado da facul. Só chegando em São Cristóvão (um viaduto). Ou, seja andamos 'pra caramba à beça'.
Chegando do outro lado, tudo alagado outra vez... o caminho cada vez mais difícil, mais cheio de voltas, e a facul lá longe...
Já chegando perto do Maraca e bem perto da nossa querida universidade, uma amiga me liga avisando que o professor não daria aula. Nem preciso descrever minha cara de desapontamento (pra não dizer outra coisa), né?
Eu subi a rampa do metrô, meus recentes coleguinhas de aventura (estudades de outros cursos na mesma universidade) foram pra facul e eu voltei pra casa.
É isso.
Pessoas, tô cansada de narrar minhas desgraças!
Mas a quem interessar, essa semana ouvi tiros enquanto aguardava o trem de volta pra casa.
Tornei a ouvir tiros, mas da segunda vez (na mesma semana) foi na estação de metrô.
Ah... sim. E na última segunda-feira, consegui apresentar o tal trabalho, mas outra figura da turma apresentou o mesmo trabalho que o meu grupo. E pra completar a noite, saí mais tarde da facul, tive que pegar um ônibus que não me deixaria em casa (pior, peguei o errado) e tive que enfrentar a sensação de talvez não chegar mais em casa (andando mais de 5 min sozinha na rua à meia-noite). A minha sorte foram os badaladeiros vagabundos de plantão que curtem a night em plena segunda-feira. Eles vindo (a caminho da famosa West Show), eu indo para o ponto de ônibus, enfim pegar uma condução que me deixasse em casa.
Encerro os contos emos por aqui, prometendo tratar de assuntos mais interessantes tipo futebol, F1, música, últimas notícias, e afins.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Quando a semana começa mal...
É aí? Tá tudo + ou-?
Hum... blog bonito, né? Eu queria ter um blog assim...
Sábado, 25 de abril de 2009:
Saí atrasada do ensaio do Coral, cheguei no curso e descobri que tenho prova semana que vem.
Ao sair do curso, fui direto ao shopping (q fica em frente). Minha missão no shopping era pagar uma conta e comer algo (meus pais saíram cedo de casa e eu não teria almoço).
Detalhe: eu estava com quase nada do bolso além do dinheiro da conta que tinha pra pagar. Era só cortar o cabelo e comer sem gastar todo o "quase nada". Afinal, agora estou desempregada = queda drástica no padrão de gastos.
Mas, eis que passo diante do salão de beleza e lembro que minha franja está enorme! Precisando ser cortada urgentemente.
E lá fui eu... entrei no salão Edison Freitas (q nunca apareceu por lá, mas empresta seu nome), mas onde eu comecei a cultivar minha franja desfiada.
Eu sempre cortava o franjão com um cabeleireiro específico, mas quando estive lá da penúltima vez, ele não estava. A outra cabeleireira que me atendeu, fez um trabalho mto bom e sem usar a navalha (que danifica os fios). Sendo assim, procurei por ela dessa vez.
Com ela, ou com ele, eu sempre pagava "x" pela minha franja. E "x", nos padrões do sertão onde eu moro, era muito caro para fazer apenas um franjão desfiado. Mas como eu já disse, o trabalho era bem feito e tal...
Sabe como é, né? Cabelo...
Pois bem... mas dessa vez, um desastre me aguardava.
A maldita cabeleireira aproveitou a minha confiança e resolveu cobrar "2x+5" dessa vez. Isso mesmo: mais que o dobro do que eu costumava pagar!
A sorte da mocréia é que a minha TPM iminente e o meu horror a escândalos (com essa iminência, certamente minha reclamação se transformaria num barraco!) me impediram de ter alguma reação antes de pagar o valor cobrado.
CONCLUSÃO: Eu paguei sem reclamar e saí do salão em estado catatônico. Depois disso, não tinha mais dinheiro pra comer e vim pra casa desolada, esquecendo-me de pagar a tal conta que me levou ao shopping.
Domingo, 26 de abril:
Acordei de hora em hora no início da manhã, preocupada com a Fórmula 1 (isso aconteceu às 6h, ás 7h e às 8h). Mas às 9h não. Ou seja, apesar de dormir muito mal, perdi as 10 primeiras voltas do GP do Bahrein.
E não pude assistir a corrida com a devida atenção porque estava fazendo um trabalho de facul em grupo (por msn) a ser apresentado no dia seguinte.
À tarde, esperei uma condução por 40 minutos pra ir ao ensaio da banda.
Chegando lá, esperamos em vão pelo baixista. Não conseguimos entrar em contato com ele pra saber se ele ía, e no fim das contas ele não apareceu mesmo.
Não houve ensaio. Mas pelo menos consegui fechar mais uma música com o tecladista. ^^
Ah... e enchi a cara de sorvete até explodir! rs
Ah... mas o pior ainda estava por vir...
Segunda-feira, 27 de abril: ESSA MERECE UM POST NOVO. Depois eu conto.
domingo, 12 de abril de 2009
Por que só agora???
- Curso pré-vestibular: R$ 160 mensais;
- Taxas do vestibular UERJ: R$ 128 no total;
- Passagem casa-UERJ: R$ 10 por dia;
- Gastos na facul (com xerox de textos, lanche e etc): R$ 150 mensais;
- Estar frustrada com a facul, cursando o 6º período de Jornalismo (escolha que pesou por agradar seu papito) e ouvir sua mãe dizer que você deveria ter investido no seu talento musical: não tem preço.
Sem comentários. =P
quarta-feira, 8 de abril de 2009
O sonho profético (enfim!)
Domingo, 29 de março: acordei chorando muito!
Estava sonhando que discutia com uma pessoa no estágio que falava em me substituir por outro estagiário. O clima ficou muito tenso no sonho e eu já chorava lá. Acordei desesperada e em prantos, naturalmente.
Contei pros meus pais, e eles disseram que eu devia estar preocupada porque o prazo de renovação do contrato era iminente (estava prestes a completar um ano na empresa).
Mas eu não esqueci o tal sonho.
No dia seguinte, segunda-feira (30/03) acordei cedo e fui trabalhar normalmente.
Chegando lá, a pessoa (que discutia comigo no sonho) disse que queria falar comigo e me avisou que meu contrato não seria renovado. Eu contei que sonhei com isso, e a pessoa ficou assustada.
Mas era fato! Meu sonho se tornou realidade, mas não com a conotação que se espera (coisa boa!). Pelo contrário.
Segurei minhas lágrimas ao ser informada que só trabalharia até o dia seguinte (31) pra fechar o mês.
E assim foi.
Despedi-me de todos no estágio, recebi muitos elogios, fui informada por meu chefe de que a decisão não partira dele (o que confirmava a lógica do meu sonho) e etc.
Um misto de frustração e alívio (eu estava sem tempo pra nada. Teria até que me ausentar do Coral por uns meses e estava muito triste por isso).
Mas é claro que uma demissão nunca é legal pra autoestima de ninguém, né?
Com uma dor de cotovelo de bônus, então...
Mas, para as pessoas que veem o copo metade cheio (o que não costuma ser o meu caso), o fim pode significar um novo começo.
Boa sorte pra mim, então.
sábado, 4 de abril de 2009
Enquanto isso...
Ok...
Prometi escrever sobre o sonho profético da tal "perda", meus pensamentos (des)ordenados e o início da temporada de F1, né?
Mas ainda não é a hora pra nada disso... ando muito perturbada psicologicamente.
Então, enquanto não escrevo sobre os temas prometidos (não deve passar dessa semana), lá vai um poema que um amigo me mostrou e eu gostei muito (estava justamente pensando em escrever sobre o amor, esses antagonismos e tal...):
O amor
(Anilson Jr*)
o amor é prazer e dor
alegria e rancor
espera e agonia
sofrimento e fantasia
se amamos, queremos perto
quando amamos, estamos certos
estamos sós, aqui
ou lá, respiro incerto
por quem me espera chegar
por quem eu sinto voar
sem nunca chegar.
o amor é dor
beleza e horror
tudo junto e misturado
é o calor que dói
o frio que mói
o amor é cor
é a flor do paraíso
o oásis no deserto
o sentimento mais bonito
o mais intenso
o mais sincero.
*Anilson Jr é um amigo (dentre os que já ouviram minhas lamentações e choros), guitarrista da banda punk chamada Cheque em Branco, mas tb curte MPB e Bossa nova. Ele terminou agora a facul de automação industrial e está trabalhando como projetista em arquitetura.
Espero que tenham apreciado o texto.
Ah... sei lá!!!!
Queridos amiguinhos,
Antes de mais nada, gostaria de explicar que o post anterior foi escrito em plena TPM. Acho que isso explica muita coisa.
Essa semana tive uma perda (ou não, depende do ponto de vista... rs) prevista por um sonho profético. Não vou relatar agora pq tô cheia de sono, e nem sei se vale a pena relatar o acontecido com toda a atenção e extensão que costumo dar às minhas narrativas.
Além disso, há coisas mais importantes acontecendo, tipo o início da temporada 2009 de Fórmula 1.
Ah... e ando com os pensamentos muito desordenados (ou entrando em ordem, não sei). Talvez seja válido dar uma pincelada aqui.
Pois bem, tema é o que não falta para esse singelo blog.
Amiguinhos, o meu mundinho é complexo mesmo!
Mas agora já passou da hora de dormir.
Então, até o próximo post. ;-)
Antes de mais nada, gostaria de explicar que o post anterior foi escrito em plena TPM. Acho que isso explica muita coisa.
Essa semana tive uma perda (ou não, depende do ponto de vista... rs) prevista por um sonho profético. Não vou relatar agora pq tô cheia de sono, e nem sei se vale a pena relatar o acontecido com toda a atenção e extensão que costumo dar às minhas narrativas.
Além disso, há coisas mais importantes acontecendo, tipo o início da temporada 2009 de Fórmula 1.
Ah... e ando com os pensamentos muito desordenados (ou entrando em ordem, não sei). Talvez seja válido dar uma pincelada aqui.
Pois bem, tema é o que não falta para esse singelo blog.
Amiguinhos, o meu mundinho é complexo mesmo!
Mas agora já passou da hora de dormir.
Então, até o próximo post. ;-)
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