Tá bom... já sei que o mundo não é Jessicocêntrico! E também não pretendo inventar um. Mas escolher título pra blog não é tão simples! E já que esse blog é só MEU e EU vou escrever nele o que EU quiser, então EU considero que esse título tá bom, ok? Hahahahahaha!!! MENTIRA!!! Não é só isso... Leia o real motivo de inspiração do nome para o Blog no meu primeiro post "INAUGURAÇÃO".
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ah... a música!
Agosto: mês do desgosto???
Ah... não! Discordo. Eu nasci neste mês e não me considero um desgosto (estou afirmando. Não quero nenhum comentário sobre isso). Tenho certeza de que meus pais também não me acham um desgosto. ^^
Deixando a vaidade leonina de lado, tenho outros motivos pra gostar desse mês.
Por algum motivo além do meu aniversário, costuma ser uma boa época pra mim.
Tenho excelentes recordações dos últimos 3 anos:
2007 - entrei no Coral Ecos Sonoros, onde encerro minha participação após dois bons anos.
2008 - tive três comemorações de aniversário, fora outros encontros legais com amigos por comemoração de outros aniversários.
2009 - meu niver foi bem mais modesto, comemorado apenas entre familiares. Em compensação vou me lembrar de ter voltado a subir num palco depois de 10 meses sem saber o que é isso.
É engraçado parar pra pensar e não lembrar exatamente de como comecei a cantar. Parece que já nasci fazendo isso. Tenho lembranças de alguns marcos importantes na minha modesta trajetória musical: a primeira vez que cantei em público (foi à capella), ter cantado em tantos lugares e eventos que uma criança entre 6 e 12 anos normalmente não canta. Meu repertório sempre foi de adulto, exceto quando eu cantava em conjunto com outras crianças.
Mas por que hei de lembrar do mês de agosto de 2009???
Ah... Porque além do porre narrado no post anterior, eu subi num palco (já disse isso lá em cima).
Foi tudo muito de repente. Fui convidada no dia anterior e topei ("topo, topo... topo pq não???").
O novo integrante da minha banda toca em outro projeto toda quarta aqui mesmo em Campo Grande (num reino tão tão distante). Foram apenas 2 músicas, mas o suficiente pra eu relembrar como é estar num palco, sentir a energia, lembrar dos meus tempos e festejar com meus amigos (que foram me ver e que costumavam me ver cantar o com o tal sertanejo, 2 deles companheiros de banda naquela época; além dos coleguinhas da nova banda).
Onde foi? Espaço Up. E A menos é a banda que toca lá às quartas.
E então eu me pergunto: como fiquei tanto tempo sem cantar assim???
Música é um vício e eu não nasci apenas pra ouvir. Ainda não compus nada, mas gosto de executar.
Ir a um show e fazer parte do público me causa um certo incômodo. Eu me divirto à minha maneira, mas confesso ficar incomodada em estar só assistindo. Sei lá, é esquisito.
Fora que não dá pra não prestar a atenção na sonoridade, detalhes técnicos, postura da banda, repertório, equipamento...
É como quando vou ao Maracanã e fico prestando a atenção no movimento da imprensa (radialistas, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos) no campo - acho que nessa parte, meus amiguinhos estudantes de Jornalismo me entendem.
Marcadores:
A Música e Eu,
Aconteceu comigo,
Saudosismos
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Bebi, Caí, Levantei!
Olá, queridos amiguinhos. Há muito tempo não escrevo (mais de um mês em silêncio).
Nem mesmo o meu aniversário (tenho 2.3 desde o dia 2 de agosto) foi fonte de inspiração suficiente pra que eu voltasse a escrever. Confesso que estava sim, sofrendo de um desânimo agudo. Nem a facul eu frenquentei direito no último semestre.
Ah... sim. Algumas novidades, claro:
*Continuo fazendo teatro na UERJ e provavelmente nosso grupo fará uma apresentação no início do ano que vem. Faremos uma montagem em breve.
*Continuo ensaiando com a banda. Dentro de alguns meses já poderemos nos apresentar, se Deus quiser!
*Comprei a nova camisa oficial do Flamengo e dei de presente pro meu papito (com direito à personalização e tudo!), mas descobrimos que não tem dado mta sorte para o clube (vide os resultados dos últimos jogos).
*Estou numa crise financeira sem igual. Ficar sem trabalhar é o fim!!! Há séculos eu não me presenteio.
*Pintei o cabelo de vermelho!!! É... finalmente tive coragem. Já fui mega loira, fiquei morena e agora vermelhei! Nenhuma crítica, acho que agradei e posso concluir que sou bonita de qualquer maneira. Huahuahuahuahua! Deu um trabalho danado mudar a cor do cabelo. Um dia inteirinho e uma cabeleireira muito paciente!
E a última novidade, explicando o título do post: TIVE MEU PRIMEIRO PORRE!!!!
É isso mesmo: bebi pacas no último sábado. Foi festa de aniversário de uma amiga.
Os amiguinhos de facul já sabem que eu curto festas pra dançar. Dois copinhos de cerveja ou uma garrafinha de Ice e já tô pronta pra cair na pista.
Não bebo, não tô acostumada, então qualquer coisa faz efeito. Mas sábado, eu exagerei na dose.
Meu copo não parou vazio, enchiam-no meio que automaticamente. Quando já tinha perdido as contas do quanto havia bebido, as pessoas se tornaram vultos, as vozes eram ruídos distantes, eu não parava em pé, exceto quando tava dançando (pq isso eu fiz impecavelmente, como se estivesse sóbria) e só tinha um nome ecoando no meu cérebro. =P
É brega, mas é verdade.
Paguei o maior mico do mundo: gritei o nome que me torturava os pensamentos, berrei que foi a melhor festa que já fui em toda a minha vida, me joguei no chão, ri freneticamente, tive crises histéricas e apaguei!!!
O esquisito, é que mesmo antes de dormir, a sensação era de que eu estava dentro de um sonho. Acordei no outro dia intacta, com coberta e travesseiro, mas sem um anel, sem uma das minhas pulseiras de cristal swarovski, o bolso sem meu celular e sem meu gloss. Dos objetos citados, só recuperei o celular (estava guardado e eu não sabia) e descobri que o anel, eu quebrei num dos meus tombos. Ah... sim, a meia fina que eu usava também já era! Puxou fio. Acordei sem saber que horas eram... pensando já ser noite outra vez.
Eu só tinha flashs do que aconteceu até que me fizeram o favor de relembrar minhas pérolas da noite anterior.
Vergonha??? Sim... Trauma??? Não.

Semana que vem tem mais... Outra festa de aniversário. Mas é claro que vou maneirar na dose. Até mesmo porque a dor de cabeça posterior não é nada agradável. Fiquei tonta até a metade do dia seguinte, quando cheguei em casa pedindo remédio pros meus pais e pude tomar um banho gelado bem demorado.
E viva o Carpe Diem!!! Viva la vida!!! Mas é claro: SE BEBER, NÃO DIRIJA.
sábado, 27 de junho de 2009
Morre Michael, fica Golimar
O assunto da semana (ou do século, sei lá) é a morte de Michael Jackson.
(O post anterior, inclusive, data da morte do Rei do Pop e trata do assunto).
Pelo menos assisti especiais sobre a vida do cantor, vi coisas que não pude acompanhar por terem acontecido antes do meu nascimento, me dei conta de que já conheci Michael embranquecido, revi Moonwalker - o filme, e relembrei os momentos polêmicos dele.
Pena que o gancho disso tudo tenha sido a morte dele.
Overdose suicida ou culpa do médico???
Minha mãe, com sua imaginação pra lá de fértil, levantou a hipótese de a morte ter sido forjada pelo próprio Michael pra finalmente ter paz!!! (Tipo Saddam).
Enfim...
Pra mim, o Michael Jackson não morreu mesmo não. Mas digo isso como quem diz que "Elvis não morreu!"
Bem, isso basta. Não vou ficar me prolongando com discurso de fã nem repetindo frases que tô vendo na TV e na internet desde quinta-feira.
Encerro meu texto aqui e deixo um vídeo para que vocês, amiguinhos leitores, compreendam o título do post:
(Para maior apreciação do famigerado Golimar, assistir também "Rivaldo, sai desse lago")
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Michael Joseph Jackson (1958-2009)
Escravo de seu talento e explorado pelo pai desde criança, Michael Jackson não teve infância.
Começou sua carreira aos 5 anos cantando com seus irmãos no grupo Jacksons Five.
Ele sempre contava que do outro lado da rua do estúdio onde costumava gravar com seus irmãos, tinha um campinho de futebol e ele queria estar lá brincando com as outras crianças, como um mero mortal.
Mas a vida de Michael passou longe de ser normal.
Com voz singular, passos de dança exóticos (Moonwalker forever!) e um brilho ofuscante, muito maior do que de todos os outros quatro Jacksons Five, Michael sempre protagonizou polêmicas.
Primeiro o branqueamento sem fim da pele, que começou logo depois da explosão (literal) na gravação do Comercial da Pepsi em 1984. Vitiligo, tratamento para ser branco ou as duas coisas???
Foi o cantor mais premiado nos Estados Unidos em 1983, com 17 prêmios. Seu álbum mais vendido foi Thriller.
O cantor já foi citado como 'uma espécia de herdeiro de Elvis Presley ou dos Beatles'.
Em meio a tantos records, muito stress. Em 1993 foi acusado de abuso sexual a crianças.
Neverland (o rancho adquirido em 1988 e vendido ano passado), casamento e divórcio com Lisa Marie Preslay (1994-1996), filhos (Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II - fruto de inseminação artificial)... tudo foi notícia!
Crise financeira, saúde debilitada, pedaço do osso do nariz (retirado em cirurgia) conservado em casa e mil outras fofocas...
Em 2003, um documentário (Living with Michael Jackson) do jornalista Martin Bashir, com polêmicas sobre o cantor, foi transmitido pela ITV (emissora britânica) e assistido por mais de 14 milhões de pessoas. Michael se sentiu traído e teve direito de resposta. A Fox produziu uma nova versão (The Michael Jackson Interview: The Footage You Were Never Meant to See) com material cedido por Michael, mostrando Bashir elogiando o cantor.
O 'Rei do Pop' retornaria aos palcos em julho, seriam 50 concertos na 02 Arena, em Londres.
Mas para a tristeza dos fãs, o cantor sofreu uma parada cardíaca e morreu na tarde de ontem (25/06/2009) aos 50 anos.
Não duvido nada que as acusações judiciais, a pressão da mídia, e a ambição da família (que queria o retorno dos Jacksons Five a todo custo!) o levaram ao suicídio.
Já se levanta a hipótese de a parada cardíaca ter sido provocada por superdosagem de remédios prescritos.
Eu já peguei a época de Michael Jackson branco...
Lembro que tinha 5 anos e o sucesso era 'Black or White', que eu adorava!!!!
Pedia sempre pro meu pai ligar pras rádios pedindo, e lembro como se fosse hoje, de quando o Fantástico exibiu o videoclipe, que tinha a participação especial de Macaulay Culkin (outro escravo do talento, que me lembra muito a nossa Maysa. Aposto que quando ela crescer vai odiar os pais e se tornar uma rebelde. A não ser que tenha tendência pra 'Sandy').
Bom, melhor parar por aqui ou vou entrar em outros méritos.
Então, vamos encerrar com 'sessão nostalgia':
(infelizmente o clipe não está disponível para a incorporação aqui. Então segue a versão ao vivo)
sábado, 20 de junho de 2009
Jornalista = Chefe de cozinha
Retrocesso 8 x 1 Bom Senso (by STF)
Coisas do Brasil...
Pra quem não sabe, no dia 17 de junho (quarta-feira), o STF resolveu cumprir o pedido (feito em 2006) do MPF e de alguns sindicados de rádio e TV. Foram 8 votos a 1 em plenário, favorecendo a não obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo, com a alegação de ser incompatível com a Constituição Federal de 1988.
Muita coisa já foi comentada durante a semana.
Mas resolvi publicar aqui uns trechos interessantes do povo indigado pelos blogs que eu costumo ler (de estudantes de Jornalismo como eu):
Com licença, carlos leitores. Vou ali extrair um dente do meu vizinho. Vi uma video-aula no YouTube e já sei como fazer. Ah, não posso. Não tenho diploma em odontologia...
(Mattheus Rocha)
Quem acha que jornalista precisa apenas saber escrever, está sendo leviano. Fosse assim, ninguém precisaria cursar Direito para advogar. Bastaria decorar as leis, não é mesmo?
(Renan Canuto)
Clique aqui para ler o texto completo.
Acordei e percebi que meus pais gastaram muito mais do que um carro popular para que eu tivesse um diploma que agora poderá ser usada numa emergência qualquer na falta de papel higiênico.
(do blog Donas do Circo) - clique aqui para ler...
aproveite para participar da campanha "Seja você também Jornalista" e responda à divertida enquete "O que devo virar".
Apesar da indignação e desespero inicial, agora eu me pergunto friamente:
Isso vai mudar o mundo??? (Ah... jornalistas se preocupam é com isso! Oh... o 4º poder e bla bla bla. Agora qualquer um pode estar inserido no 4º poder. Parece uma piada.)
Bem, no Mundo Jessicocêntrico, o impacto já existe.
Imaginem meus caros que eu perdi 8kg em menos de um ano preocupada em passar no vestibular em um curso que já costumava ser um dos mais concorridos e naquele ano foi o.
Depois do sucesso na tentativa, passei os últimos três anos enchendo a boca pra dizer que estudava Jornalismo quando alguém me perguntava o que eu fazia da vida.
E olha que tentaram me avisar... nos tempos de stress do pré-vestibular, tentaram me convencer a escolher um curso menos concorrido pra garantir minha facul... As vozes ainda ecoam nos meus ouvidos: "por que vc não tenta Letras?"
Putz... Pedagogia, Adm ou Educação Física q fosse... agora eu estaria prestes a ter 2 profissões: a do curso de minha escolha + jornalista (bônus concedido pelo STF no último dia 17).
Agora somos uns trouxas, queridos amiguinhos estudantes do mesmo maldito curso. Já não fossem as decepções correntes da profissão, agora isso... Seremos apontados na rua.
"Jornalista??? Vc estuda pra isso??? Eu sou sem estudar... Huahuahuahua" (Piada do século!).
Ok... deixando um pouco de lado a veia apocaliptica e tentando esquecer as implicações pessoais, eu diria que não é tão ruim quanto parece.
Até onde eu sei, as empresas ainda exigirão o tal diploma.
Além disso, não acredito que os não graduados que se meterem no Jornalismo cheguem a algo mais que peões de redação. Escrevendo e fazendo o trabalho escravo dos atuais estagiários.
E vendo que não é lá esse glamour todo e que não dá pra mudar o mundo tão facilmente (ah... o que vai ter de figuras peseudo-revolucionárias...)
A não ser os que sejam mega especialistas em algum assunto. Por esse lado, é até muito bom e enriquecedor para o jornalismo brasileiro. (tô cansada de ler, ouvir e ver tanta besteira de jornalista que se acha expert).
Em todo caso, válido também para os super-hiper-mega-ultra-power especialistas, é de se esperar que apenas Comunicólogos formados possam ocupar cargo de chefia em veículos e departamentos de Comunicação. Há toda uma tradição que não vai se romper assim, por uma abertura bizarra e retrógrada, visto que a profissionalização é um indício de evolução.
Lembrem-se de que todo editor-chefe é uma figura que põe medo até no próprio demo.
De gentileza sem igual com seus queridos estagiários, aprendizes de Jornalismo, imagino a satisfação da temida espécie em chefiar 'aspiras de merda' que se meterem no meio jornalístico graças ao STF (Supremo Time de Fanfarrões). Vai ter muita gente pedindo pra sair!
Outra coisa boa é que isso pode servir pra melhorarem o curso também, né minha gente?
Porque estudamos um pouco de tudo, e no final não é nada de nada!
Há de se adequar o curso à nova realidade para a faculdade não morrer e nós, (pobres estudantes de jornal... o quê mesmo?) ameaçados pela extinção possamos sobreviver à concorrência desleal com educadores (de toda a espécie), circences, mendigos, ex-presidentes da país, putas, cientistas loucos, frequentadores de bar (que quanto mais bêbados, mais têm opinião pra tudo - política e futebol principalmente), economistas (que não aprendem nada na facul, assim como nós - tanto que seres dessas duas espécies costumam se casar), e pessoas que não puderam fazer Jornalismo por algum impedimento (tiveram medo de tentar ou não passaram no vestibular e/ou não tiveram dinheiro pra bancar a facul e acabaram tendo que escolher outro curso). Nessa última classe, incluem-se os tipos mais diversos de profissionais frustrados graduados em Letras-Mandarim ou qualquer outra coisa que você vai morrer sem saber que existe.
Essa á minha última esperança: que meu futuro seja menos medíocre, apesar de parecer o contrário.
PS: Recadinho para os Fanfarrões-Mor de Brasília: 'Chefe de cozinha' é o C@#¨¬=*!!!!!!!!!!!!!
Coisas do Brasil...
Pra quem não sabe, no dia 17 de junho (quarta-feira), o STF resolveu cumprir o pedido (feito em 2006) do MPF e de alguns sindicados de rádio e TV. Foram 8 votos a 1 em plenário, favorecendo a não obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo, com a alegação de ser incompatível com a Constituição Federal de 1988.
Muita coisa já foi comentada durante a semana.
Mas resolvi publicar aqui uns trechos interessantes do povo indigado pelos blogs que eu costumo ler (de estudantes de Jornalismo como eu):
Com licença, carlos leitores. Vou ali extrair um dente do meu vizinho. Vi uma video-aula no YouTube e já sei como fazer. Ah, não posso. Não tenho diploma em odontologia...
(Mattheus Rocha)
Quem acha que jornalista precisa apenas saber escrever, está sendo leviano. Fosse assim, ninguém precisaria cursar Direito para advogar. Bastaria decorar as leis, não é mesmo?
(Renan Canuto)
Clique aqui para ler o texto completo.
Acordei e percebi que meus pais gastaram muito mais do que um carro popular para que eu tivesse um diploma que agora poderá ser usada numa emergência qualquer na falta de papel higiênico.
(do blog Donas do Circo) - clique aqui para ler...
aproveite para participar da campanha "Seja você também Jornalista" e responda à divertida enquete "O que devo virar".
Apesar da indignação e desespero inicial, agora eu me pergunto friamente:
Isso vai mudar o mundo??? (Ah... jornalistas se preocupam é com isso! Oh... o 4º poder e bla bla bla. Agora qualquer um pode estar inserido no 4º poder. Parece uma piada.)
Bem, no Mundo Jessicocêntrico, o impacto já existe.
Imaginem meus caros que eu perdi 8kg em menos de um ano preocupada em passar no vestibular em um curso que já costumava ser um dos mais concorridos e naquele ano foi o.
Depois do sucesso na tentativa, passei os últimos três anos enchendo a boca pra dizer que estudava Jornalismo quando alguém me perguntava o que eu fazia da vida.
E olha que tentaram me avisar... nos tempos de stress do pré-vestibular, tentaram me convencer a escolher um curso menos concorrido pra garantir minha facul... As vozes ainda ecoam nos meus ouvidos: "por que vc não tenta Letras?"
Putz... Pedagogia, Adm ou Educação Física q fosse... agora eu estaria prestes a ter 2 profissões: a do curso de minha escolha + jornalista (bônus concedido pelo STF no último dia 17).
Agora somos uns trouxas, queridos amiguinhos estudantes do mesmo maldito curso. Já não fossem as decepções correntes da profissão, agora isso... Seremos apontados na rua.
"Jornalista??? Vc estuda pra isso??? Eu sou sem estudar... Huahuahuahua" (Piada do século!).
Ok... deixando um pouco de lado a veia apocaliptica e tentando esquecer as implicações pessoais, eu diria que não é tão ruim quanto parece.
Até onde eu sei, as empresas ainda exigirão o tal diploma.
Além disso, não acredito que os não graduados que se meterem no Jornalismo cheguem a algo mais que peões de redação. Escrevendo e fazendo o trabalho escravo dos atuais estagiários.
E vendo que não é lá esse glamour todo e que não dá pra mudar o mundo tão facilmente (ah... o que vai ter de figuras peseudo-revolucionárias...)
A não ser os que sejam mega especialistas em algum assunto. Por esse lado, é até muito bom e enriquecedor para o jornalismo brasileiro. (tô cansada de ler, ouvir e ver tanta besteira de jornalista que se acha expert).
Em todo caso, válido também para os super-hiper-mega-ultra-power especialistas, é de se esperar que apenas Comunicólogos formados possam ocupar cargo de chefia em veículos e departamentos de Comunicação. Há toda uma tradição que não vai se romper assim, por uma abertura bizarra e retrógrada, visto que a profissionalização é um indício de evolução.
Lembrem-se de que todo editor-chefe é uma figura que põe medo até no próprio demo.
De gentileza sem igual com seus queridos estagiários, aprendizes de Jornalismo, imagino a satisfação da temida espécie em chefiar 'aspiras de merda' que se meterem no meio jornalístico graças ao STF (Supremo Time de Fanfarrões). Vai ter muita gente pedindo pra sair!
Outra coisa boa é que isso pode servir pra melhorarem o curso também, né minha gente?
Porque estudamos um pouco de tudo, e no final não é nada de nada!
Há de se adequar o curso à nova realidade para a faculdade não morrer e nós, (pobres estudantes de jornal... o quê mesmo?) ameaçados pela extinção possamos sobreviver à concorrência desleal com educadores (de toda a espécie), circences, mendigos, ex-presidentes da país, putas, cientistas loucos, frequentadores de bar (que quanto mais bêbados, mais têm opinião pra tudo - política e futebol principalmente), economistas (que não aprendem nada na facul, assim como nós - tanto que seres dessas duas espécies costumam se casar), e pessoas que não puderam fazer Jornalismo por algum impedimento (tiveram medo de tentar ou não passaram no vestibular e/ou não tiveram dinheiro pra bancar a facul e acabaram tendo que escolher outro curso). Nessa última classe, incluem-se os tipos mais diversos de profissionais frustrados graduados em Letras-Mandarim ou qualquer outra coisa que você vai morrer sem saber que existe.
Essa á minha última esperança: que meu futuro seja menos medíocre, apesar de parecer o contrário.
PS: Recadinho para os Fanfarrões-Mor de Brasília: 'Chefe de cozinha' é o C@#¨¬=*!!!!!!!!!!!!!
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Desabafos
quarta-feira, 17 de junho de 2009
"Olha o gessinho!!!"
Bom, hoje eu ía escrever sobre minha primeira aula de teatro que foi ontem.
Mas outra coisa mais séria aconteceu para interromper meus planos:
Minha sobrinha (4 anos) quebrou o pezinho.
É... já deu pra perceber que como jornalista eu sou uma ótima cantora, né?
Sempre me enrolo no blog... quase nunca meus posts são de fatos fresquinhos.
A não ser por hoje. Em compensação, o lance de teatro (que eu descobri que dói... rs) vai estar velho quando eu contar.
Não tenho como narrar o momento da fratura porque eu não estava presente.
O que eu sei é que ela prendeu o pezinho na roda da bicicleta quando estava vindo da escola pra casa.
Ah... o título do post? Eu explico.
É que meu pai é tão brincalhão, que beira ao sadismo.
Lembro de ele sempre falar que era bonitinho ver crianças de colo com gesso no braço ou na perna, porque era pequenininho e tal... Ele sempre falava disso rindo muito e brincando com a gente aqui em casa, dizendo: "Imagina a Jennifer com gessinho???"
Meu pai chegou a enrolar o braço dela num pano uma vez, simulando o tal 'gessinho'. E minha mãe sempre repreendendo, é claro! Sempre chamando a atenção dele dizendo que não tinha graça nenhuma.
Mas ele, volta e meia, brincava com isso: "Olha o gessinho!!!", ele dizia todo sorridente, como sempre.
Voltando aos fatos de hoje: Quando cheguei em casa, meu pai disse: "Tem uma surpresa pra vc...".
Eu fiquei toda desconfiada, porque sei que não estamos em tempos de festa (ele ainda está se recuperando do acidente que sofreu em fevereiro). E como vocês, meus amiguinhos fiéis, já sabem, esse ano não começou nada bem pra mim.
Estava falando que fiquei desconfiada com a tal surpresa do meu pai, né?
Ele disse que a surpresa era da minha sobrinha, que estava sentada no colo da mãe (minha irmã) com um cobertor cobrindo metade do corpo.
Fiquei pensando no que seria... só conseguia me lembrar dos três bombons que encontrei em cima da minha cama ontem, ao chegar tarde da noite em casa.
Pela manhã, descobri que foi minha sobrinha que deixou lá pra mim.
Minha cara de paisagem fez com que o meu pai parasse com a brincadeira de adivinhação. Ele disse: "Mostra pra tia, Jennie!" E aí me deparei com o 'tão esperado gessinho' na perna direita da minha guriazinha.
Fiquei tão triste... Minha mãe tinha razão: na prática não é nada engraçado!
Ela também feriu o pé e tem que fazer curativos a cada dois dias pelo menos por uma semana.
O gesso deve imobilizar o pezinho dela por uns 15 dias.
Vai ser muito triste ve-la quietinha, sem poder pular, colocar meus sapatos e sair andando pela casa, bater na porta do meu quarto e entrar toda feliz pra ficar se olhando no espelho, etc...
Minha mãe disse que no hospital, disseram que ela não poderia mais brincar de pular. Mas a minha cabeçudinha disse que ía poder brincar de "Amarelinha". Danadinha sagaz, né?
sábado, 13 de junho de 2009
O que dizer???
Eu poderia falar sobre o Dia dos Namorados... aproveitar o gancho e dissertar sobre o amor ou a solidão. Mas não tô afim.
Não que eu não tenha nada a dizer sobre essas duas coisas. Talvez tenha até d+.
Ah... mas tanta gente já fala sobre isso! Já são tantos versos prontos e bonitos!
Eu pareço estar triste de desanimada? Triste não chego a estar. Desanimada? Talvez.
A verdade é que eu tô um tanto cansada, isso sim.
Me falta vontade pra certas coisas, como estudar (coisa q eu devia estar fazendo agora) ou escrever aqui no blog.
Até minhas leituras (nada cool) estão comprometidas!
O que eu preciso mesmo é de férias! Nada pra fazer, nada pra pensar, nada pra me preocupar.
Um mês com a minha mente zerada e eu voltaria renovada!
Mais tolerante, menos cansada, mais otimista (coisa q não costumo ser)...
Reclamaram mais uma vez do meu blog: "é muito pessoal. Pq vc não fala dos problemas do transporte público no Brasil prestes a sediar uma Copa?"
Bem... pq será...? Pq não tô afim?
A resposta está e... e... e...
exata!!!
Eu poderia nos comparar com os EUA. Mas o processo de colonização lá foi diferente, já era! Fazer o que? Até os escravos foram libertados de maneira diferente.
A discussão seria até interessante. Mas é fato: eu não tô afim! Huahuahuahuahua =P
"Ué? Mas vc não é Jornalista?"
Ano que vem terei um diploma, sim. E daí?
Meu blog não é comercial e nem tem tal pretensão.
Não estou prestando serviço aqui.
A parada aqui é entretenimento (uma voz aguda ecoa nos pensamentos dos estudantes da FCS, dizendo: Isso não é Jornalismo, queridos!!!).
Pelo menos uma coisa com a facul acho que já aprendi: falar, falar, sem nada dizer.
Ha ha he he ha ha ho
Resumindo: só escrevi esse texto (?) pra não deixar meus amiguinhos desamparados. Pq já faz mais de uma semana que eu não escrevo nada. E o último post nem conta, né? Foi só um texto pronto (Ctrl+C Ctrl+V).
Uma dia conseguirei escrever coisas melhores, prometo!
Ah... um recado importante pra alguém importante: PRATICIDADE É O CARAMBA!!!
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